Então, 2011!!!


São os Votos de toda Família Salvista!

Papa Bento XVI fala ao Brasil sobre a vida consagrada...


"Perante a diminuição dos membros em muitos Institutos e o seu envelhecimento, evidente em algumas partes do mundo, muitos se interrogam se a vida consagrada seja ainda hoje uma proposta capaz de atrair os jovens e as jovens. Bem sabemos, queridos Bispos, que as várias Famílias religiosas desde a vida monástica até às congregações religiosas e sociedades de vida apostólica, desde os institutos seculares até às novas formas de consagração tiveram a sua origem na história, mas a vida consagrada como tal teve origem com o próprio Senhor que escolheu para Si esta forma de vida virgem, pobre e obediente. Por isso a vida consagrada nunca poderá faltar nem morrer na Igreja: foi querida pelo próprio Jesus como parcela irremovível da sua Igreja. Daqui o apelo ao compromisso geral na pastoral vocacional: se a vida consagrada é um bem de toda a Igreja, algo que interessa a todos, também a pastoral que visa promover as vocações à vida consagrada deve ser um empenho sentido por todos: Bispos, sacerdotes, consagrados e leigos.
Entretanto, como afirma o decreto conciliar Perfectae caritatis, «a conveniente renovação dos Institutos depende sobretudo da formação dos membros» (n. 18). Trata-se de uma afirmação fundamental para toda a forma de vida consagrada. A capacidade formativa de um Instituto, quer na sua fase inicial quer nas fases sucessivas, está no centro de todo o processo de renovação. «De fato, se a vida consagrada é, em si mesma, uma progressiva assimilação dos sentimentos de Cristo, resulta evidente que um tal caminho terá de durar a vida inteira para permear toda a pessoa (...) e torná-la semelhante ao Filho que Se entrega ao Pai pela humanidade. Assim entendida, a formação já não é apenas um tempo pedagógico de preparação para os votos, mas representa um modo teológico de pensar a própria vida consagrada, que em si mesma é uma formação jamais terminada, uma participação na ação do Pai que, através do Espírito plasma no coração os sentimentos do Filho» (Instr. Partir de Cristo, 15)."
Fonte: www.zenit.org 

Kairós Salvista: Um fim de semana de Ação de Graças e muito Louvor!!!

Ocorreu no último fim de semana (23 e 24/10/2010) o nosso "V KAIRÓS SALVISTA"  na Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista/SP.

Para todos nós que participamos, foi uma experiência forte do Carisma do Louvor de Deus que se espalhou pelas ondas do sistema Canção Nova de comunicação! 

Vejam algumas fotos:

Pe. Adriano, sjs com o Ssmo. Sacramento.


Momento da Benção do Ssmo., no sáb. 23/10.

Adoração do sáb. 23/10.

Pe. Jucemar, sjs em sua pregação do dom. 24/10.

A assembleia reunida  no Rincão da CN.
Ir. Priscila ajudando a conduzir o momento.

Padres na missa (24/10) Presidente ao centro: Pe. Eliano, sjs.


Irmãos - barraca da Livraria Salvista com Pe. Moisés, sjs

Cenário montado pelos irmãos da Livraria.

Vocacionados: Jhony Emerson, Rosana (da JS), vocacionado Marcelo e Frt. Henrique, sjs 


Paroquianas com mebros da JS, vocacionados e Frt. Henrique, sjs.

A TODOS QUE CONTRIBUIRIAM MATERIALMENTE O ESPIRITUALMENTE, O NOSSO MUITO OBRIGADO!




RESUMO DA CARTA DO PAPA BENTO XVI AOS SEMINARISTAS, DE 18 DE OUTUBRO DE 2010



O santo padre reafirma a validade e a beleza da vocação sacerdotal, bem como sua importância no futuro da humanidade. O pontífice levanta 7 pontos principais no desenvolvimento das vocações sacerdotais, no período de seminário:

1.   1. SER “HOMEM DE DEUS”

Quem quer tornar-se sacerdote, deve ser sobretudo um «homem de Deus», como o apresenta São Paulo (1 Tm 6, 11). Para nós, Deus não é uma hipótese remota, não é um desconhecido que se retirou depois do «big-bang». Deus mostrou-Se em Jesus Cristo. No rosto de Jesus Cristo, vemos o rosto de Deus. Nas suas palavras, ouvimos o próprio Deus a falar connosco. Por isso, o elemento mais importante no caminho para o sacerdócio e ao longo de toda a vida sacerdotal é a relação pessoal com Deus em Jesus Cristo.

2.       2. VIDA SACRAMENTAL

Para nós, Deus não é só uma palavra. Nos sacramentos, dá-Se pessoalmente a nós, através de elementos corporais. O centro da nossa relação com Deus e da configuração da nossa vida é a Eucaristia; celebrá-la com íntima participação e assim encontrar Cristo em pessoa deve ser o centro de todas as nossas jornadas (...)Para uma recta celebração eucarística, é necessário aprendermos também a conhecer, compreender e amar a liturgia da Igreja na sua forma concreta. Na liturgia, rezamos com os fiéis de todos os séculos; passado, presente e futuro encontram-se num único grande coro de oração.

3.       3. O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA

Importante é também o sacramento da Penitência. Ensina a olhar-me do ponto de vista de Deus e obriga-me a ser honesto comigo mesmo; leva-me à humildade. Uma vez o Cura d’Ars disse: Pensais que não tem sentido obter a absolvição hoje, sabendo entretanto que amanhã fareis de novo os mesmos pecados. Mas – assim disse ele – o próprio Deus neste momento esquece os vossos pecados de amanhã, para vos dar a sua graça hoje. Embora tenhamos de lutar continuamente contra os mesmos erros, é importante opor-se ao embrutecimento da alma, à indiferença que se resigna com o facto de sermos feitos assim. Na grata certeza de que Deus me perdoa sempre de novo, é importante continuar a caminhar, sem cair em escrúpulos mas também sem cair na indiferença, que já não me faria lutar pela santidade e o aperfeiçoamento. E, deixando-me perdoar, aprendo também a perdoar aos outros; reconhecendo a minha miséria, também me torno mais tolerante e compreensivo com as fraquezas do próximo.

4.       4. PIEDADE POPULAR

...a piedade popular é um grande património da Igreja. A fé fez-se carne e sangue. Seguramente a piedade popular deve ser sempre purificada, referida ao centro, mas merece a nossa estima; de modo plenamente real, ela faz de nós mesmos «Povo de Deus».

5.       5. IMPORTÂNCIA DOS ESTUDOS

O tempo no Seminário é também e sobretudo tempo de estudo. A fé cristã possui uma dimensão racional e intelectual, que lhe é essencial. Sem tal dimensão, a fé deixaria de ser ela mesma. Paulo fala de uma «norma da doutrina», à qual fomos entregues no Baptismo (Rm 6, 17). Todos vós conheceis a frase de São Pedro, considerada pelos teólogos medievais como a justificação para uma teologia elaborada racional e cientificamente: «Sempre prontos a responder (…) a todo aquele que vos perguntar “a razão” (logos) da vossa esperança» (1 Ped3, 15). Adquirir a capacidade para dar tais respostas é uma das principais funções dos anos de Seminário.

Que é importante conhecer as questões essenciais da teologia moral e da doutrina social católica, não será preciso que vo-lo diga expressamente. Quão importante seja hoje a teologia ecuménica, conhecer as várias comunidade cristãs, é evidente; e o mesmo se diga da necessidade duma orientação fundamental sobre as grandes religiões e, não menos importante, sobre a filosofia: a compreensão daquele indagar e questionar humano ao qual a fé quer dar resposta. Mas aprendei também a compreender e – ouso dizer – a amar o direito canónico na sua necessidade intrínseca e nas formas da sua aplicação prática: uma sociedade sem direito seria uma sociedade desprovida de direitos. O direito é condição do amor


6.       6. FORMAÇÃO HUMANA

 Os anos no Seminário devem ser também um tempo de maturação humana. Para o sacerdote, que terá de acompanhar os outros ao longo do caminho da vida e até às portas da morte, é importante que ele mesmo tenha posto em justo equilíbrio coração e intelecto, razão e sentimento, corpo e alma, e que seja humanamente «íntegro» (...)Faz parte deste contexto também a integração da sexualidade no conjunto da personalidade. A sexualidade é um dom do Criador, mas também uma função que tem a ver com o desenvolvimento do próprio ser humano. Quando não é integrada na pessoa, a sexualidade torna-se banal e ao mesmo tempo destrutiva. Vemos isto, hoje, em muitos exemplos da nossa sociedade. Recentemente, tivemos de constatar com grande mágoa que sacerdotes desfiguraram o seu ministério, abusando sexualmente de crianças e adolescentes. Em vez de levar as pessoas a uma humanidade madura e servir-lhes de exemplo, com os seus abusos provocaram devastações, pelas quais sentimos profunda pena e desgosto. Por causa de tudo isto, pode ter-se levantado em muitos, e talvez mesmo em vós próprios, esta questão: se é bom fazer-se sacerdote, se o caminho do celibato é sensato como vida humana. Mas o abuso, que há que reprovar profundamente, não pode desacreditar a missão sacerdotal, que permanece grande e pura. Graças a Deus, todos conhecemos sacerdotes convincentes, plasmados pela sua fé, que testemunham que, neste estado e precisamente na vida celibatária, é possível chegar a uma humanidade autêntica, pura e madura.



APELO URGENTE AO TESTEMUNHO!

Um novo martírio: a ridicularização
O Pontífice indicou que "o preço a ser pago pela fidelidade ao Evangelho já não é ser enforcado, desconjuntado, esquartejado"; não obstante, aqueles que proclamam a fé com fidelidade nos tempos atuais muitas vezes devem pagar outro preço: "ser excluído, ridicularizado".
Mas advertiu que nem por isso a Igreja "pode se desviar da sua missão de anunciar Cristo e seu Evangelho como verdade salvadora, fonte da nossa felicidade definitiva como indivíduos e fundamento de uma sociedade justa e humana".
Bento XVI convidou os presentes a viverem sua fé com coerência, a exemplo de Newman, pois a verdade se transmite "não só pelo ensinamento formal", mas sobretudo "pelo testemunho de uma vida íntegra, fiel e santa". 
(fonte: www.zenit.org)

"Que maravilha irmãos e irmãs na fé e na vocação, o Senhor continua, por meio da voz do seu representante, a nos impulsionar para o testemunho convicto e ardoroso de nossas vidas, por Jesus Salvador! Arregacemos as mangas, não temos porque esperar mais...vale à pena ser totalmente de Deus!" (Frater Helder Pio,sjs)

SÉRIE VOCAÇÕES - Última parte

2.3 - Vocações Leigas

É aquele chamado de Deus feito a um fiel que assume sua vocação leiga seja de casado ou não, não é chamado por tanto ao ministério sacerdotal, mas deve-se acrescentar-se que em nada diminui sua dignidade de filho de Deus e Batizado, ao contrário, a dignidade de toda vocação esta em assumir aquilo a que Deus chamou a ser na Igreja e no Mundo. Esta ode ser expressa dos mais diversos modos: há, por exemplo, aqueles leigos que não se sentem chamados a ser religiosos, mas a testemunhar no mundo e no ambiente em que vive o Cristo Senhor lá no seu trabalho (professores, médicos, advogados, administradores, etc...) e que se realizam consagrando seu trabalho ao serviço do Reino, sem contudo casar-se, mas pode acontecer que há aqueles que chamados ao matrimonio também além do dom da vida são chamados a trabalharem ofertando ao Deus o mesmo, isto é, exercê-los com amor.

2.3.1 – Movimentos e Novas Comunidades

Na história da Igreja Deus sempre suscitou leigos para ser sinal no mundo de esperança, por isso mesmo, os chama seja para fundarem, ou seja para se associarem a um carisma para evangelizar o ambiente onde vivem, podem exemplificar os vários Movimentos da Igreja: os Vicentinos, Focolares, Renovação Carismática Católica, Legião de Maria, etc.
Aqui são incluídas ainda as comunidades novas, exemplo: Comunidade Católica Shalom, Comunidade Católica Canção Nova, Comunidade Católica Emanuel, Comunidade Católica Betel, Comunidade Católica Doce Mãe de Deus, etc, são muitas inclusive fundadas no Brasil. São caracterizadas pela vida em comunidade de homens e mulheres e que partilham um mesmo carisma e missão, dentre eles existe a possibilidade de seguimento no carisma pelo que chamam “Comunidade de Vida” ou “Aliança”, onde os leigos em poucas palavras poderão ser missionários (tanto celibatários, quanto casados) Vida, sem permanência por muito tempo num mesmo lugar, ou “Aliança” que se trata ser testemunho ao Deus o “plantou”, na sua terra de origem, ou onde trabalha como leigo. Além de serem vocações suscitadas entre os leigos, atualmente Deus tem despertado no coração de Jovens que vivem nestas comunidades a vontade de se configurarem a Cristo Sacerdote e exercerem seu ministério onde houver estas comunidades. Os padres, das mesmas, podem pertencer à “Aliança” (que testemunham no século Cristo com seu carisma, mas sem obrigatoriedade da vida comunitária como os de “Vida”) ou à “Comunidade de Vida”, os quais vivem em comunidade intensamente e são enviados em diversas missões, possuem uma rotatividade, ao passo que aliança são chamados por Deus viver testemunhando naquele lugar onde Deus a Plantou para semear.

Os padres que pertencem à “Aliança” são padres seculares que vivem o carisma da comunidade e que portanto dedica uns dias atendendo a ela, mas possui além deste compromisso tudo em comum com a comunidade e também assume a administração de uma paróquia, ele é Incardinado na sua Diocese de Origem. Os de “Vida” são incardinados na uma diocese, onde os estudos dos seminaristas “Vida” são realizados, quando ordenados possuem liberdade de transferência feita pelo conselho da comunidade (a qual são ligados) que sempre dialoga com o Bispo. São realidades novas e das quais não se pode falar muito até porque a Igreja as estuda para então organizá-las. Hoje já temos comunidades novas com reconhecimento Pontifício, é o caso da Canção Nova e Shalom, são denominadas Associações Privadas Internacionais de Fiéis. 

As Ordens Terceiras ou Oblatos

Há ainda os leigos chamados por Deus a viverem um carisma de uma comunidade religiosa no século, ou seja, sem ser religioso, mas viver aquele carisma e aquela espiritualidade. Por isso o próprio Deus suscita em algumas comunidades de vida religiosa, o que conhecemos por Ordens Terceiras, ou Oblatos ou similares. Citamos algumas comunidades que as têm: Camilianos; Ordem dos Frades Menores (Capuchinhos) – toda a família franciscana; Carmelitas e suas variações; Mosteiros como Beneditinos; também nós Salvistas temos a Ordem Terceira Salvista e o Movimento Jovem chamado Juventude Salvista que fazem parte da Esfera Laical Salvista. Há em muitos Institutos de Vida religiosa sempre a presença de uma forma ou de outra de um Movimento Jovem, onde os jovens bebem da espiritualidade e transbordam em todas as dimensões de suas vidas, geralmente são nestes movimentos que o Próprio Deus desperta vocações para as outras Ordens ou mesmo Conventos Diferentes não obrigatoriamente do mesmo Instituto. 

Neste item falaremos das diversas maneiras dos leigos viverem o seu batismo, seja pessoa virgem, solteiras, mas que não foram a nenhuma comunidade religiosa, ou simplesmente juntam-se a associações publicas de fiéis, ou comunidades novas, ou movimentos, etc.


Vocação Relgiosa e Sacerdotal Salvista – neste item expressaremos de acordo com nossas constituições e experiências como é a vida salvista, seu pastoreio, seu modo de ser religioso e/ou sacerdotal, no nosso carisma “O Louvor de Deus”.